sábado, 20 de fevereiro de 2010

Catástofre na Madeira e a tributação

A catástrofe que abalou o Haiti já lá vai mas mesmo assim, continuamos a ver pessoas na TV e nos jornais a dizer que vão leiloar os seus pertences e vão doar às vítimas do Haiti. Para quê? Para as ONG gastarem em comida? Tudo bem. Para construírem instalações provisórias? Para ajudar a construir um país que não nos deve nada e onde não existem quais queres laços diplomáticos? Para um país que segundo os ambientalistas mais radicais dizem que o país vai ser engolido pelas águas com a subida do nível do mar? É deitar dinheiro à rua. Com esta catástrofe na Madeira podíamos era doar dinheiro à madeira, talvez conseguíssemos juntar os tais 250 milhões de € que o governo regional da Madeira aclama. Sempre me sentia mais motivado para doar sei que inicialmente o meu dinheiro doado teria um destino inicial que seria pelo menos requalificar o reordenamento do território madeirense. Eu não sei se existe mas penso que se devia fazer uma espécie de fundo público onde as pessoas pudessem depositar dinheiro, cujo o objectivo seria para ajudar o país a reconstruir-se ( combater o défice, investir na educação, requalificação do património) e os contribuintes que ultrapassem o determinado limite poderiam ser beneficiados nos impostos, esta taxa seria voluntária e assim ajudávamos-nos. Resumindo pagaríamos os nossos impostos que são obrigatórios e podíamos também contribuir para um fundo publico cujo as prioridades poderiam ser definidas pelo governo ou por nós (povinho).

Um comentário:

  1. Muito bem visto e pensado está na hora de começar-nos a ajudar os nossos os que sofrem com estes desastres naturais com as intemperes com o desemprego com os abusos na família etc.
    E a ideia de criar este fundo é bem pensado mas devia haver uma organização única no país, para não haver gastos desnecessários porque por mais que as instituições de solidariedade façam a sempre muito dinheiro que doamos que é gasto em arrendamentos e salários em duplicado ou as vezes mais na mesma cidade. O português é bondoso por natureza e por isso damos para todas as causas que muitas vezes nos fazem crer ser importantes, e por isso apoiariam de coração está sua ideia, desde que lhes mostrassem que ia ser bem gerida. Bem aja quem assim pensa.
    Vitor Freitas

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